Por vezes algumas pessoas dizem-me que não gostam do seu nome, hoje vamos refletir juntos sobre este tema.
Acredito verdadeiramente que o nosso nome é uma das nossas maiores marcas e um dos legados que nos acompanham ao longo da nossa vida. Já pensaste que sempre que alguém se refere a ti, é pelo teu nome que começa?
O teu nome é uma marca simbólica da tua existência. Nele existem muitas histórias, legados e potencias. Mas porque é que, por vezes, não gostamos do nosso nome?
A primeira possibilidade é o facto de esse nome já pertencer a alguém da família como um avô. Isto pode traduzir-se como uma sensação para dar continuidade a um legado ou história, por vezes sente-se uma dificuldade em viver de forma livre, ou a nossa afirmação individual torna-se mais difícil, fruto desta associação.
Outra possibilidade é o nome estar associado a uma dor ou a um drama familiar. Por exemplo o nome Esperança, pode ter sido escolhido por Pais que enfrentaram dificuldades em ter filhos ou que viveram perdas de crianças precocemente. Noutros casos, pode estar associado a uma vontade e esperança de reencontrar um familiar desaparecido, que não se soube qual foi o seu fim.
Por fim, temos também a possibilidade de esse nome ter sido dado em honra de alguém, dentro ou fora da família, ou mesmo como referência a um evento global como uma guerra, que poderia estar a acontecer no momento do nascimento.
O nosso inconsciente sente e sabe, e para a Psicogenealogia nenhum nome, data ou evento é fruto do acaso.
É natural que por vezes possamos não gostar do nosso nome, mas a minha recomendação é para que olhes para o teu nome como uma extensão de ti.
Pesquisa mais sobre o significado do teu nome, quem te deu o nome e que personagens históricas ou famosas também o tinham.
Observa e compreende o teu nome, pois ele é um código de poder, e quanto mais o entendemos e nos aproximamos dele, mais força e serenidade temos para a vida.
E tu, gostas do teu nome? Partilha nos comentários.